segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

FORMULA 1- APRESENTAÇÃO McLaren MP4-24

McLaren MP4-24
McLaren apresentou seu carro para 2009 a convidados especiais e imprensa. A McLaren mostrou seu MP4-24 em sua sede em Woking, Grã-Bretanha, com seus pilotos Lewis Hamilton e Heikki Kovalainen. Apresentado pelo campeão Lewis Hamilton e seu companheiro de equipe Heikki Kovalainen, o novo MP4-24 carrega poucas características do carro usado anteriormente graças a introdução de diversas novas regras que reformularam a Fórmula 1 para a temporada 2009. Agora usando uma carenagem um pouco mais pesada, asas dianteira e traseira re-desenhadas, pneus slick e um sistema KERS, o MP4-24 tem sido desenvolvido desde setembro de 2007 para acomodar as grandes mudanças no regulamento técnico. A equipe já tem dois chassis MP4-24 e começa a testar publicamente no Autódromo de Algarve em Portugal . O piloto de testes Pedro de la Rosa conduzirá os dois primeiros dias antes de Hamilton (quarta-feira) e Kovalainen (quinta-feira) experimentarem o carro.

FORMULA 1- APRESENTAÇÃO Renault R29

Renault R29
A Renault revelou o R29. A pintura está ligeiramente diferente comparada a 2008, já que a equipe assinou com a petrolífera francesa Total. No pit-lane do Autódromo Internacional do Algarve, a Renault mostrou o R29 para a imprensa. Com os pilotoS Fernando Alonso e Nelson Piquet, eles esperam lutar pelo campeonato em 2009. Além disto, a Renault confirmou Romain Grosjean como piloto de testes da equipe, enquanto Charles Pic, Davide Valsecchi e Marco Sorensen foram anunciados no Programa de Desenvolvimento de Pilotos da Renault para 2009.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A INVEJA



Bom, e agora passo a escrever o que para mim tem grande significado; “A Inveja”, na mitologia representaram a inveja como Velha Heudionda, da cara torcida e sombria, olhos vesgos, de cor indecisa com a cabeça coroada de serpentes, das quais uma mordendo-lhe a língua. A velhice Simboliza a antiguidade do seu ódio à virtude; as serpentes da cabeça simbolizam as suas ideias; e a que aperta numa das mãos, o seu comportamento com o próximo, inoculado veneno onde quer chega. Ao passo que a da outra significa o mal que faz a si mesmo ao procurar ferir o semelhante.
Giotto consagrou, na tela, em cores indeléveis essa figura abominável que os moralistas filósofos, teólogos e cientistas consideraram um dos inimigos mortais da espécie Humana.
Aristóteles, São Tomas de Aquino, Descartes e Bacom, para só falar de expoentes máximos deixou-nos da inveja explicações terríficas. Em religião, ela é um pecado mortal, os filósofos atribuem-lhe estragos medonhos no organismo Humano, que vão das perturbações mentais, passando por lesões viscerais, até à atrofia do coração inquieto e envenenado.
Os que da inveja e dos invejosos têm tratado, através de grandes símbolos, que vêm de caim a pobres dicibos sem história dos nossos dias insistem nos malefícios que a inveja acarreta ao próprio individuo, tanto no ponto de vista moral como no aspecto filosófico, mas têm-se esquecido, a nosso ver, de assinalar devidamente os estragos irreparáveis que a inveja causa na sociedade, sobretudo, nos meios intelectuais, perturbando a ordem natural das coisas e diminuindo sensivelmente as possibilidades Humanas.
Metade pelo menos das energias do Homem de Mérito são consumidas na luta inglória contra a inveja e o ódio dos medíocres, se a estatística não fosse uma ciência hemopatia, há muito que a Humanidade estaria horrorizada com os estragos incríveis produzidos nas suas melhores fileiras, por diversas paixões diabólicas, à frente das quais devemos colocar a inveja.
Conhecem-se na verdade miudamente graças ás estatísticas, os estragos produzidos na espécie Humana, desde a mais remata antiguidade, por vírus terríveis; contam-se por milhões os seres Humanos perdidos, na roda do ano, para as ciências, para as letras para as artes, para o trabalho, em virtude de grandes flagelos invencíveis; e até se consegue apurar, por números seguros, quantos milhões de indivíduos sucumbem anualmente, às picadas venenosas dos répteis traiçoeiros…
Só não temos números nenhuns acerca dos prejuízos monstruosos que a inveja dia a dia, no agregado social, apesar de as perdas ocasionalmente por este vírus imortal, no fundo, bem mais graves do que aquelas como se sabe, a invidia, filha do orgulho e da paixão, traduz-se por um profundo pesar do bem que outrem goza o facto de outro ter que o invejoso desejaria possuir realça a sua própria inferioridade, que lhe não permitiu a distinção do invejado, levando-o por isso, desesperado a todas ignominias.
Bossuet, entendia que o que o homem menos desculpa no próximo é a superioridade intelectual, e este ódio à inteligência, esta ofensiva ao talento, são a substância vil de que se nutre a pior das invejas até agora conhecidas.
No mundo intelectual, a inveja é a arma dos medíocres, o hábito das almas podres. Ela esta na base de todas as grandes subversões sociais, incompatível com a harmonia, o belo e o bem, ofende a justiça e o direito opõe-se à hierarquia dos valores, nega o amor do próximo e inimiga de Deus e constitui a expressão viva do próprio mal.
O invejoso é sempre um revoltado pronto a toda a actividade anárquica contra a ordem do criador.
No fundo que move a sua paixão cega é um específico autor das coisas e dos seres, por ele ter distinguido indivíduos que o invejoso julga serem-lhe inferiores; não se trata, por isso, tanto de agredir o próximo como de acusar o criador de injusto e imperfeito na sua obra, vitima imediata é o mero agente físico em que o indivíduo ceva a sua raiva na própria divindade. Razão tinham, portanto, os teólogos medievais considerando-a invejosa, como representação viva do demónio, permanentemente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valore, encontra na inveja Lúcifer é a inveja personalizada.
A insurreição permanente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valores, encontra na inveja a sua arma mais poderosa e tem nos invejosos soldados capazes de tudo. Por causa da inveja têm-se perdido na sombra, através dos séculos, candais preciosos de energias físicas e morais, invertendo-se, muitas vezes, a ordem dos valores, com prejuízos enormes para o avanço do progresso e o triunfo da verdade e da justiça. O invejoso para quem toda a organização natural da sociedade não passa de consagração violenta da força que o obriga a suportar injustiças clamorosas trabalha por isso, contra um mundo que admira noutros o que nele não quer ver, procurando impor a transferência dos méritos para se fazer justiça a si mesmo. E enquanto não chega o reinado da inveja que há-de proceder a essas transferências colectivas, o invejoso prossegue uma luta covarde, asquerosa, contra os detentores do que julga pertencer-lhe.
Deste modo, a inveja tem feito perder grandes batalhas dando as mãos ao inimigo, nos momentos decisivos; só para que o combate não saia do campo aberto de lucros; conseguiu, muitas vezes, através da história afastar do príncipe os seus melhore conselheiros e servidores, aposta que uns e outros não consolidassem uma ordem aposta às suas finalidades.
Crestou à nascença, com a sua baba corrosiva, muitas ideias em botão, grandes sombras de beleza, estacando aspirações elevadas e abafando na intriga e na calúnia entusiasmos gloriosos e possibilidades criadoras; e sempre que entrou nas grandes e nos ricos.
Transformou o gládio do poder numa luta contínua das suas vítimas, fazendo do dinheiro carrasco da inteligência e sepulcro do espírito. Diz o povo que nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou; e nós julgamos impossível conseguir-se uma síntese mais perfeita dos grandes malefícios da inveja. Na verdade, o invejoso estabelece à sua roda uma zona de irradiações maléficas. Dentro do qual a vida se torna insuportável na área do individuo não há graça, paz ou amor.



LOR P

O TRADUTOR :)

No comment ...

PURA ESTUPIDEZ



Palavras para que, a ignorância, a estupidez, aproveitadas pela imprensa.
O que o lucro obriga a fazer, faz-se de tufo hoje em dia para vender…

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Siemens avança com auditoria energética ao Banco de Portugal



O Banco de Portugal adjudicou à divisão Industry Solutions da Siemens a auditoria energética do edifício Portugal, em Lisboa. Serão objecto da auditoria os serviços de engenharia de energia para identificação das poupanças de energia e certificação energética de acordo com a legislação. O edifício tem um área total de 54 830 m2, dos quais 32 780 m2 são escritórios.
A auditoria, calendarizada em 115 dias, será desenvolvida em quatro fases: levantamento dos consumos de energia em dois períodos diferentes do ano, simulação dinâmica multizona do edifício, plano de racionalização energética e certificação energética. A execução da auditoria prevê o levantamento das condições de utilização de energia nas instalações do edifício, incluindo a quantificação discriminada dos consumos nos diferentes sectores e identificação de oportunidades de melhoria do desempenho energético da instalação.
O trabalho de campo prevê a recolha de dados e a realização de medições eléctricas e térmicas, incluindo a termografia, que caracterizam a situação da instalação sob o ponto de vista energético. Os trabalhos encontram-se em curso.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Salário mínimo para 2009 fixado nos 450 euros

O salário mínimo nacional para 2009 foi, esta quinta-feira, fixado em Diário da República nos 450 euros, assumindo-se como objectivo de médio prazo o valor de 500 euros em 2011.
A Retribuição Mínima Mensal Garantida (RMMG) fixada dá cumprimento ao acordo tripartido assinado em Dezembro de 2006 na Concertação Social, que estipulou que o salário mínimo nacional seria fixado em 403 euros em 2007, 450 euros em 2009 e 500 euros em 2011.
O decreto-lei prevê a «promoção de iniciativas e medidas que possam apoiar sectores, regiões e empresas» onde se faça sentir algum «constrangimento significativo para a actividade económica e o emprego na sua globalidade» resultante do impacte da evolução desta RMMG.
O respeito pelo acordo esteve em causa durante as negociações na Concertação Social, com a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) contra este aumento, alegando que em 2006 «os pressupostos eram outros» e que hoje as empresas estão confrontadas com a crise financeira internacional e uma perspectiva de estagnação da economia portuguesa em 2009.
Esta posição do patronato foi, no entanto, contestada pelas centrais sindicais e pelo Governo.
De acordo com os dados do Governo, o salário mínimo atinge actualmente 4,5 por cento da população activa, estimada em mais de cinco milhões de pessoas.