domingo, 8 de novembro de 2015

Tão perto e tão longe…

Não sei bem como explicar os silêncios… Não sei como entender os olhares corridos de saudade…
Tão perto e tão longe…
Estou a um estalar de dedos de te ver… a um click da tua voz…
Sinto que não posso falhar… que a distância não se tornou um obstáculo, mas sim a fonte de cura para tentar acalmar as chagas que estão cada vez mais abertas e profundas…
Não sei bem como continuar… como conseguir mostrar-te o beijo as escondidas, o trocar de olhares que apenas tu e eu entendemos…

Estou… Tão perto e tão longe…


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Dão e Demo

Criado por uma amigo de longa data, Dão e Demo é um órgão de comunicação social, em suporte digital, para servir uma comunidade e um território.
Visitem que vale a pena.
Fica o Site para uma visita:
http://www.daoedemo.pt/



Liberdade

“Todos que acreditam em liberdade tão profundamente quanto nós o fazemos, preferiria morrer a viver de joelhos.” – Franklin Roosevelt 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Desculpa...

Por vezes fazemos tanta coisa idiota…
Tentamos provar por A mais B que somos capazes de tudo.
Tentamos provar, que somos capazes de viver e sorrir sem as pessoas que amamos de verdade estarem ao nosso lado…
Mas estamos errados… Completamente errados…
Sinto saudades simplesmente de ver o teu sorriso idiota… do simples abraço de despedida…
Sinto saudade de simplesmente gritar contigo… “exagerado”
Não volto atrás porque não quero… Apenas não volto atrás para não voltar a errar…


DESCULPA…

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Promise...

Promessas são quebradas… chagas abertas… guerras despertam do mundo do desprezo…
Procuro forças nas alianças antigas feitas entre a vontade e o desejo…
Procuro o entorpecimento, nas promessas desfeitas e na dor que destruiu tudo que era…
Solto o grito, solto a fragilidade da minha força… basta uma palavra…
Promessas que ficam… promessas que cumpro…

Anseio o que sabes e sentes… mas anseio mais ainda a promessa quebrada…

domingo, 25 de outubro de 2015

FEAR...

Nem um obrigado… Nunca te pedi nada… ou melhor pedi algo que me deverias dar, sem eu sequer ter que pedir.
Passei momentas… simplesmente a espera de um sinal…
Fiz mais uma vez de tudo… mesmo sem notares… eu fui… eu estive… eu quis…
Passei horas a chorar… chorei até simplesmente não conseguir mais chorar…
E mesmo depois de tudo… procuro no manto de folhas mortas… o apontamento verde que se chama Vontade…
Não quero migalhas… não quero pena… apenas quero o que mereço e tenho por direito…




sábado, 24 de outubro de 2015

Abro os Olhos...

Abro os Olhos… e o pensamento parte em viagem até ela…
Mais uma vez magoado, sinto-me impotente para me conseguir arredar…
Preparei em mim uma nova esperança, um novo ninho protector, que foi aniquilado novamente por promessas e palavras sem sentido…
Subo as escadas e vejo o semblante, tento abrir o rosto e como por uma força escrava nada mais existe a não ser mágoa e tristeza…

Abro os Olhos e simplesmente nem sei se valia a pena voltar a abrir…