sábado, 28 de julho de 2012

Fim-de-Semana


Visita pela Assembleia da República

Tive do dia 25 de Julho na AR, onde mais uma vez fui muito bem recebido pelo Camarada e Amigo Dr. Acácio Pinto e o Camarada e Amigo Rui Duarte.
Um abraço e boas férias.

PS: obrigado pelo apoio que sempre me deram e pelo bom trabalho que desempenham na AR.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

4º Beirão Socialista


Manifesto: Solução Interior



            Há um crescente número de cidadãos do interior do país que começa a deixar de se sentir parte integrante da República que consta dos seus documentos. O Estado está a votar uma enorme parte de Portugal ao abandono. A coesão territorial (e social, consequentemente) está à beira do colapso.
             Este Governo tem uma solução para os problemas do interior – acabar com o interior. Tal estratégia é bem clara para as populações que sentem, diariamente, o despudor com que lhe são retiradas escolas, centros de saúde, maternidades, correios, finanças, juntas de freguesia, tribunais (há concelhos que não são suficientemente criminosos para merecerem ter um tribunal junto das suas pessoas!!!), etc.. Os caminhos-de-ferro são desativados, as autoestradas portajadas a preços insultuosos, a água paga-se mais cara. Os investimentos feitos ao longo das últimas décadas são agora, de uma vez e irrefletidamente, desaproveitados por via do esvaziamento de pessoas.
            Cada vez é mais evidente que o Estado nos berra aos ouvidos para abandonarmos estas terras, estas terras que durante tantos séculos deram o peito para que Lisboa fosse capital de alguma coisa, que durante tantos outros alimentaram as metrópoles com mantimentos, braços e cérebros que ajudaram Portugal a ser Portugal. Para o Governo esta terra já não interessa, abandonem-na aqueles que puderem. Quem ordena o território nacional é a “mágica” e “infalível” mão invisível!
            E no meio deste vórtice, eis que nos apercebemos de um estrondoso paradoxo. No interior há mais qualidade de vida. Dados recentes mostram que no interior se vive com mais segurança, qualidade ambiental, tempo, espaço, laços comunitários de solidariedade, tudo sem descurar a centralidade que as TIC vieram oferecer a territórios outrora isolados (o mundo é uma aldeia global). É ilógico mas é verdade: o Governo está a esvaziar o território que dá mais qualidade de vida aos portugueses e a empurrá-los para territórios onde se vive com menos qualidade, precisamente por causa da pressão demográfica insustentável que os mesmos têm suportado nas últimas décadas – os gigantescos subúrbios das metrópoles.
            Deste modo, as Federações Distritais da Juventude Socialista envolvidas no projeto Interiormente (www.interiormente.org) repudiam frontalmente esta miopia territorial evidenciada por um executivo que segue apenas os dogmas ultraliberais. Num contexto civilizacional em que a economia de casino nos parece ter levado até à beira do precipício social e ambiental, o interior é bem capaz de não ser um problema do país, mas a sua solução.
Nota: Apenas uma minoria dos portugueses vive no interior. As suas aldeias estão desertificadas, as vilas têm pouca gente e as cidades são de pequena dimensão. No entanto, de norte a sul, ainda há mais de 2 milhões de portugueses que vive em regiões desta natureza. São mais de 2 milhões de vidas, mais de 2 milhões de cabeças e vontades. Separados somos insignificantes minorias, juntos temos o mesmo peso que uma área metropolitana do país. Poderia o Estado desprezar a Grande Lisboa? Poderia desprezar o Grande Porto? Um Portugal oco não sobreviverá.           

. Federação Distrital da JS Guarda
. Federação Distrital da JS Bragança
. Federação Distrital da JS Vila Real
. Federação Distrital da JS Viseu
. Federação Distrital da JS Coimbra
. Federação Distrital da JS Castelo Branco  
. Federação Distrital da JS Leiria
. Federação Distrital da JS Portalegre  
. Federação Distrital da JS Évora
. Federação Distrital da JS Baixo Alentejo 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

"Pega no telefone e liga-lhe, não tens nada a perder. ... Diz-lhe que tens saudades dele, que ninguém te faz tão feliz, que os teus dias são secos, frios e ... E não podes ter medo, porque o medo é o maior inimigo do amor..."

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O pior de todos os inimigos...

O pior de todos os inimigos não é aquele que tem um objectivo… é aquele que nada tem a perder.

terça-feira, 17 de julho de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Desespero do Homem de Acção

 Há uma ligação muito estreita entre a adoração da acção e o uso do homem como meio de atingir fins que não são o homem. Como há uma ligação aproximada entre este desespero e a acção, entre a razão e a acção. A proeminência dos valores da acção sobre os da contemplação indica, sobretudo, que o homem abandonou totalmente a busca duma ideia aprazível do homem e o desejo de o colocar como fim. E que na impossibilidade de agir segundo um fim, ou de agir para ser homem, ele decide agir de qualquer maneira, apenas para agir.O homem de acção é um desesperado que procura preencher o vazio do seu próprio desespero com actos ligados mecanicamente uns aos outros e compreendidos entre um ponto de início e um ponto de conclusão, ambos gratuitos e convencionais. Por exemplo, entre o ponto de início da fabricação dum automóvel e o ponto de conclusão dessa fabricação. O homem de acção suspenderá o seu desespero enquanto durar a fabricação do veículo; suspendê-lo-á precisamente porque no seu espírito fica suspensa qualquer finalidade verdadeiramente humana: sente-se meio entre os outros homens, meios como ele. Concluída a máquina ele encontrar-se-á, é verdade, mais inerte e exânime que a própria máquina, mas arrolhará subitamente com uma promoção, com uma medalha, um pagamento a dobrar, ou simplesmente com a construção de um novo automóvel. Efectivamente apresentar-se-á a envolver-se no fluxo alienatório da acção.

Alberto Moravia, in "O Homem Como Fim"

terça-feira, 10 de julho de 2012

NÃO SEI...


Não sei
Juro...
Se o teu coração não abrir
Como posso eu passear por ele,
Como posso abrilhantar a alma...

Não sei...
Se o meu coração aguenta

A dor, e o silêncio,
O nevoeiro no sonho...
O silêncio e a luz brilham...

Mas não sei, não sei
Posso ficar assim?
Parado sem medida,

Flutuando no sonho,
Na esperança de ficar
No coração da minha amada...

domingo, 8 de julho de 2012

Sentimento estranho aquele que ao mesmo tempo nos cria repulsa e atração..



Os objetos, as pessoas ou as situações adquirem para o indivíduo uma valência positiva, quando podem ou prometem satisfazer necessidades presentes do individuo.
Ou adquirem valência negativa, quando podem ou prometem ocasionar algum prejuízo.
Os objetos, pessoas ou situações de valência positiva atraem o indivíduo e os de valência negativa o repelem.
Posto isto, há três coisas que não consigo entender…
1º Como é que conseguimos atrair o Passos para o Governo?
2º Ter ministros como o Miguel Relvas, o Paulo Macedo e o Paulo Portas?
3º Como conseguimos ficar impávidos e calmos com tudo o que está a acontecer?

Em suma, eu prefiro ser de valência de negativa…

Os bons costumes...


quarta-feira, 4 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Comércio Local


Desporto ;)

Inscrevam-se e participem!
Aliar o convívio à prática desportiva é uma excelente forma de descontrair!

Morreu o desenhador Sergio Pininfarina


Nascido em setembro de 1926 perto de Turim, no Norte de Itália, Sergio Pininfarina, dirigiu durante muitos anos o grupo industrial especializado na conceção e montagem de carros de desporto e descapotáveis para as grandes marcas mundiais, sendo um dos seus modelos mais famosos o Ferrari Testarossa.
Presidente honorário da Pininfarina, o desenhador, formado em engenharia industrial, cedeu, em 2002, a direção operacional do grupo ao filho Andrea, que morreu num acidente de viação em 2008.
Sergio Pininfarina nunca mais recuperou da morte do filho, tendo falecido hoje, vítima de doença.
Em outubro passado, a Pininfarina tinha deixado de trabalhar para a indústria automóvel, devido às dificuldades que a crise financeira está a provocar no setor, mas a empresa continua a desenvolver atividades de design, de engenharia e de investigação e desenvolvimento, sobretudo para carros elétricos.
Sergio Pininfarina foi presidente da confederação dos patrões da indústria italianos, a Confindustria, de 1988 a 1992, e foi nomeado senador vitalício em 2005.


Verdade inconveniente…


domingo, 1 de julho de 2012

ZORRO




Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim

Eu quero ser para ti o camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão

Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»