sexta-feira, 14 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Sit around...



"What am I supposed to do
Sit around and wait for you
Well, I can't do that
And there's no turning back
I need time to move on
I need a love to feel strong
'Cause I've got time to think it through
And maybe I'm too good for you..."

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

BELIVE...


Pede um desejo… Firma os olhos no horizonte…
Sente o cheiro de canela… o arranhar da pele. Pede um desejo…
Não vale querer o impossível… Pede um desejo…
E depois se eu quiser o impossível?
Pede um desejo…
HUM… canela… os passos…
Sinto o esgadanhar da pele… Retiro os olhos do horizonte…
PUFF… Arranha a pele, pede o impossível…
Porque quem sabe, nem sempre, mas quem sabe…
Mais que o acreditar… Mais que o impossível… temos a VONTADE…

A vontade, o acreditar… a força… Somos um…

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Amar



Amar é a mais bela arte... a capacidade de fazer sorrir... proteger com o simples toque... 
Ser capaz de criar saudade... sentir a vontade do toque infinito da nossa pele... criar a amizade que transporta o pensamento no cruzamento do olhar... sentir... sentir a presença do outro com o simples fecho do olhar... é a capacidade de com um único coração sobreviver na dependência do amor do outro...
R.S

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Medo de Amar...



Medo de te amar tenho,
Medo de amar a beleza. . .
Beleza que mente. . .
Beleza que trai...
Mais que tudo, o ódio,
A imperfeição que quebra,
Que endurece a alma...
A fragilidade da alma,
O terror de ver no fundo,
O fundo onde amar é perder . ..

R.S

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Ter razão ou ter paz…


Durante anos e anos lutamos sempre pelas coisas com uma força capaz de mover montanhas…
Mas com o tempo, aprendemos que por vezes: “mais vale ter paz do que conseguir a razão”.
Ora aqui fica uma grande verdade, para que ter razão se não conseguimos viver em paz?

Ou então podemos ver por outro lado… de que me serve ter razão, se não sou feliz?


Ora meus amigos, fica a dica… Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.

Medo de PERDER…



Nada mais nos coloca a tremer de medo que o “perder” algo ou alguém…
A vida é feita de mudanças, a que muitas vezes chamamos de perdas, mas hoje vou centrar na perda que mais “violência” tem…

Perder quem se ama, é das dores, é dos medos mais terríveis do mundo… Pela questão de se perder a âncora, o sentido, a força…
Mas nem sempre se pode fazer alguma coisa para evitar isso… porque nem sempre a culpa foi nossa…


E sabem que mais, cheguem a uma conclusão brilhante (peço desculpa, talvez tenha sido a última pessoa a saber) quando se “perde” alguém que não nós ama… Mesmo depois de termos lutado e lutado… Isso não é um medo de perder… É uma nova oportunidade…

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Que te posso dar...



A sensação de perder quem se ama, é provavelmente a pior sensação do mundo…
Tanta perguntas: O porque? A culpa foi minha? Que fiz eu de errado? Que te faltou?

São tantas as dúvidas que chega a um ponto que não conseguimos pensar em nada…
A dor de ver o olhar pesado, um olhar sem brilho… a dor dos braços não serem os meus…
São tantos e intermináveis as dores que sinto o corpo dormente… não sei ao certo se tenho coração, se ainda existe alma em mim…
Então surge a pergunta… Sim a pergunta e não uma pergunta… Aquela que sem te ter nos meus braços, sem ter a tua pele… sem saber nem como nem porque se levanta…

Que posso eu te dar?


Quando já dei tudo… fica a escuridão e a certeza… NÃO POSSO DAR MAIS NADA…

domingo, 19 de outubro de 2014

Nem por um segundo…



Por mais que abra a janela e deixe o resplendor entrar, por mais que mude o invólucro, por mais que apague as promessas… Nem por um segundo… Nem por um segundo me esqueço…

Tão breve a mutação da brisa, tão suave o aroma… Olho, sinto, saboreio sem sair da minha tarimba… fecho os olhos e voo… Consigo olhar o sorriso tímido no canto da boca… o cabelo que tapa os olhos que brilhavam ao toque da minha pele no rosto. Sinto a pressão na minha blindagem de seda, sinto a vibração das palavras do simples adeus. Saboreio o sabor de menta e canela do recanto do lábio.

Por mais que pense na dor do descuido, na dor da perfídia… Por mais que coloque na libra a vontade do nada, o buraco de alma… Nada me faz nem por um segundo perder…

De que vale a razão? De que vale sensatez? De que vale a liberdade? Quando a nossa morada está longe do peito… Mesmo assim, nem por um segundo abrando…

Cada lágrima cai sem ter sentido, cada respiração pede para ser a última… mas:


NEM POR UM SEGUNDO TE DEIXO DE AMAR!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A maior prova de amor...

                  
A maior prova de amor…
                  
Não ser perfeito devia ser a condição básica para não nos aventurarmos nos sentimentos.
Mas quem é perfeito? Quem pode dizer que nunca errou?
Eu não sou um poço de virtudes, não sou belo, nem tão pouco príncipe perfeito…
Bem após esta pequena introdução sinto-me, ou começo a sentir-me capaz de falar. Sei que é errado abdicar do que amamos, que não é certo não lutar pelo que queremos. Mas que se pode fazer quando a vontade do outro não é a mesma que a nossa?
E agora dizem: - e o tempo investido? E as expectativas? Os sonhos? As promessas?

Eu não sei bem como responder a isso, aliás a dor que sinto, que me corrói a alma não me deixa tão pouco pensar correctamente… Mas sei que se foi embora é porque não era feliz… O seu sorriso perante mim, já não é o mesmo… Já não sou capaz de lhe dar a felicidade que tanto quer… Então que me resta?
Qual a maior prova de amor? Há muito e muito tempo que sigo uma regra:

Deixar partir quem amamos, sem imposições, sem mágoa, sem repressão… é a maior prova de amor que posso dar.

Talvez seja apenas estúpido, quem sabe sou…
Talvez não tenha coragem para lutar… quem sabe também…

Não nego que me sinto a morrer, cada letra que aqui escrevo é um pedaço de alma que morre, é uma lágrima que cai…

Mas não consigo evitar isso… serei um cobarde? Talvez…


MAS PARA VER O SORRISO A BRILHAR SOU CAPAZ DE TUDO…

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Adeus


Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mão à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Comissão Europeia

Mas afinal temos uma comissão Europeia para defender os Europeu ou o interesse dos mercados?


Ora aqui está uma nova comissão que colocou a mão na massa, apesar de ser uma comissão muito mais política que a anterior, não deixa de ser incrivelmente má e representativa do que é a União Podre que vivemos.
Portugal como membro “pagante”, não pode sujeitar o seu povo a tudo que estes tipos nos dizem… Mas isso é outra história. Voltando a Comissão, temos uma comissão que reflete o que se passou em cada país, temos representantes dos castradores Europeus dignos de Óscares ou emmy
Ora vejamos, Portugal teve o Governo que mais cortou na investigação e no ensino superior e agora colocam a anedota do Moedas para coordenar a pasta?
Jonathan Hill, o lobista dos mercados fica com os mercados financeiros?
Miguel Arias Canete, as luvas do petróleo fica com a energia?


Mas afinal temos uma comissão Europeia para defender os Europeu ou o interesse dos mercados?

quarta-feira, 4 de junho de 2014

LIBERDADE DE ESCOLHA

O tema da liberdade de escolha é um tema que muitas vezes os portugueses não entendem bem. Recentemente lá para o lado do “Rato” o entendimento também parece difícil, lugar onde a democracia deveria existir, estão a usar conceitos apre(e)ndidos em segunda ou terceira mão, de forma muito simplista para ignorar a liberdade de escolha.
O debate encontra-se, desta forma, fortemente barricado, por burocracia barata, que foi instituída pelo mesmo líder no célebre congresso da Guarda.
Pois é, mas não é só a direcção que se encontra lá agora que tem toda a culpa, todos os que compactuaram com os novos estatutos são culpados de alguma forma, mais “isso agora não interessa nada…”
Ora bem, contra tudo e contra todos, ignorando a voz de quem manda, ou seja, as bases do partido, formaram trincheiras, cavadas bem fundo, fortemente condicionadas por arame farpado (medo de perder o trabalho), metralhadoras (trepadores inveterados) e ainda muito óleo (sugadores de poder).
Mas levando em conta que o “POVO” é quem manda, e reforço o que disse, levando em conta que o “POVO” é quem manda, e considerado liberdade e escolha, valores adquirido lá nos anos 70, estes senhores não podem negar três direitos básicos que devem ser denunciados:
O primeiro, direito de poder escolher quem nos representa, seja COSTA ou SEGURO.
O segundo, a democracia que tanto custou a ganhar e que com decretos e burocracia nos querem tiram.
O terceiro, o direito de opinar sem medos, nem reservas…
Meus amigos, neste momento vou deixar de ser isento e dizer que devem lutar e fazer valer os vossos direitos. Eles podem controlar federações e concelhias mas não controlam as massas, nem os portugueses… Não controlam a voz de quem quer mudar, de quem quer um líder forte, um líder que pode dar a Portugal a estabilidade e a maioria necessária para tentar tirar Portugal do abismo. Posso estar errado, posso vir a arrepender-me mais tarde, mas neste momento mais que o Partido Socialista o Pais precisa de ANTÓNIO COSTA.

Pela liberdade de escolha, por uma oportunidade para Portugal melhor escolho ANTÓNIO COSTA.

Ferreira de Aves

A freguesia de Ferreira de Aves é a maior freguesia do concelho de Sátão, ocupando quase toda a zona norte do mesmo. O povoamento inicial da freguesia remonta a épocas bem anteriores à fundação da nacionalidade, várias Orcas e outros vestígios pré-históricos atestam o início do povoamento de Ferreira das Aves.


Esta povoação foi ocupada pelos romanos. A história da freguesia ostenta pergaminhos de grandeza. Ferreira de Aves foi vila e concelho entre 1126 (com foral de D. Teresa mãe de D. Afonso Henriques). Teve foral manuelino de 10 de Fevereiro de 1514. Era composto pela atual freguesia e ainda pelas freguesias de Águas Boas e Forles.
Durante sete séculos foi concelho independente, sendo a sede Vila do Castelo. O concelho de Ferreira de Aves viria a ser extinto em 1836, passando a fazer parte do concelho do Sátão. Foi abadia da apresentação dos Duques de Cadaval.
O pelourinho ergue-se sobre soco de quatro degraus quadrangulares, de aresta, muito desgastados, prolongados por um quarto degrau mais alto, com arestas chanfradas, servindo de plinto da coluna. Esta tem fuste octogonal, de faces lisas, com saliências verticais em quatro faces alternadas da base, ao modo de garras. É encimado por estreito astrágalo, seguido de um grosso cordão torso, onde assenta o remate. O remate consta de um bloco quadrangular com a metade inferior arredondada, e faces cobertas com diversos motivos, em cujos cantos se erguem altos pináculos decorados com séries de pequenos cogulhos, rodeando um outro, central. As faces do bloco de remate são decoradas com pequenas aves, em posições diversas, um escudo nacional, e o que parece ser uma esfera armilar, símbolo pessoal de D. Manuel.

O pelourinho ergue-se defronte do edifício onde se supõe ter funcionado a antiga Casa da Câmara, tribunal e cadeia da comarca. Na sua fachada destaca-se uma lápide epigrafada, onde se podem ver duas aves afrontadas, unidas pelos bicos, em alusão ao nome do velho concelho, acompanhadas de uma legenda votiva, celebrando a construção do edifício no ano de 1595.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Noite de Óscares de 2014

Melhor Filme
12 Anos Escravo

Melhor Filme Estrangeiro
A Grande Beleza

Melhor Realizador
Alfonso Cuáron, Gravidade

Melhor Actor
Matthew McConaughey, O Clube de Dallas

Melhor Actriz
Cate Blanchet, Blue Jasmine

Melhor Actor Secundário
Jared Leto, O Clube de Dallas

Melhor Actriz Secundária
Lupita Nyong'o, 12 Anos Escravo

Melhor Argumento Original
Her – Uma História de Amor

Melhor Argumento Adaptado
12 Anos Escravo

Melhor Filme de Animação
Frozen: O Reino do Gelo

Melhor Curta-Metragem de Animação
Mr. Hublot

Melhor Documentário
A Dois Passos do Estrelato

Melhor Curta-Metragem Documentário
The Lady in Number 6: Music Saved My Life

Melhor Curta-Metragem
Helium

Melhor Canção Original
Let It Go, Frozen: O Reino do Gelo

Melhor Banda-Sonora Original
Gravidade

Melhor Fotografia
Gravidade

Melhor Montagem
Gravidade

Melhor Montagem de Som
Gravidade

Melhor Mistura de Som
Gravidade

Melhores Efeitos Especiais
Gravidade

Melhor Caracterização
O Club de Dallas

Melhor Cenografia
O Grande Gatsby

Melhor Guarda-Roupa
O Grande Gatsby

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Estupidez e a Maldade Humana

Vista à distância, a humanidade é uma coisa muito bonita, com uma larga e suculenta história, muita literatura, muita arte, filosofias e religiões em barda, para todos os apetites, ciência que é um regalo, desenvolvimento que não se sabe aonde vai parar, enfim, o Criador tem todas as razões para estar satisfeito e orgulhoso da imaginação de que a si mesmo se dotou. Qualquer observador imparcial reconheceria que nenhum deus de outra galáxia teria feito melhor. Porém, se a olharmos de perto, a humanidade (tu, ele, nós, vós, eles, eu) é, com perdão da grosseira palavra, uma merda. Sim, estou a pensar nos mortos do Ruanda, de Angola, da Bósnia, do Curdistão, do Sudão, do Brasil, de toda a parte, montanhas de mortos, mortos de fome, mortos de miséria, mortos fuzilados, degolados, queimados, estraçalhados, mortos, mortos, mortos. Quantos milhões de pessoas terão acabado assim neste maldito século que está prestes a acabar? (Digo maldito, e foi nele que nasci e vivo...) Por favor, alguém que me faça estas contas, dêem-me um número que sirva para medir, só aproximadamente, bem o sei, a estupidez e a maldade humana. E, já que estão com a mão na calculadora, não se esqueçam de incluir na contagem um homem de 27 anos, de profissão jogador de futebol, chamado Andrés Escobar, colombiano, assassinado a tiro e a sangue-frio, na célebre cidade de Medellín, por ter metido um golo na sua própria baliza durante um jogo do campeonato do mundo... Sem dúvida, tinha razão o Álvaro de Campos: «Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer». Sem dúvida, mas não desta maneira.

José Saramago, in 'Cadernos de Lanzarote (1994)'

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Eu quero um amor de pinguim...

Um amor que dure a vida toda. Um amor puro e verdadeiro. Um amor que frutifique. Um amor de fidelidade e lealdade. Um amor que ultrapasse as tempestades, as intempéries, as distancias. Um amor que ano após ano retorne para me encontrar no mesmo lugar. Que seja diferente todos os dias e que reforce dia após dia suas convicções.Eu quero um amor de pinguim. Um amor que apesar de toda dificuldade, sempre retorna para o ser amado. Um amor simples e sem grandes pretensões mas que é grandioso apenas por ser amor. Eu quero um amor de pinguim. Um amor que colabora, que inspira, que encoraja. Um amor que divide, que soma, que jamais subtrai. Um amor que não foge das dificuldades mas que as enfrenta junto ao ser amado. Um amor que em dias frios seja capaz de aquecer meus pés que em dias quentes consiga refrescar minha alma que nos dias amenos coloque vida em minha vida.Eu quero um amor de pinguim. Um amor eterno. Um amor imenso. Feito um amor de pinguim sz


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Quero estar contigo!

Quero viver – te o máximo, sentir – te com toda a intensidade
Agarrar-me a ti e tua cara beijar!
Quero sonhar que junto a mim para sempre irás ficar!
Quero ir contigo a todos os lugares, experimentar todos os sabores, conversar, conversar, conversar!
Quero tornar o dia de hoje inesquecível, quero contigo viajar, conhecer todos os lugares, beber um sumo de abacaxi, um tinto do bom ou um copo de água, não me importa o quê!
Não me importa onde vamos estar!
Quero estar contigo, será tão errado desejar?
Será tão impossível viver o dia de hoje pensando só em nós dois, sem trabalho em que matutar ou sem relógios a “azucrinar”?
Aliás…
Quero estar contigo, estar só por estar, estar até sem falar!
Quero estar contigo num sítio sem barulho, onde não haja carros a passar, ondas a bater ou vento a soprar!
Quero estar contigo, hoje quero estar só contigo, não quero dizer mal ou bem de ninguém, aliás, não quero conversar!
Quero estar contigo, estar só por só por estar!
Não quero ir a uma festa, não quero sonhar, não quero rir, não quero beijar!
Quero estar contigo, estar só por estar!
Tu és o meu “lugar” preferido!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Free

A verdadeira liberdade é um acto puramente interior, como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere, e a estar sozinhos até no meio da multidão.  - (Massimo Bontempelli)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Importância das coisas…

Todos os dias acordamos com a palavra crise, uma palavra que parece inevitável de sair do nosso dia-a-dia.
Dizem que querem refundar o País, que devemos gerir melhor as nossas economias, não desperdiçar, consumir de acordo com as nossas possibilidades, ter iniciativa e espírito empreendedor, se possível poupar, se não for possível até emigrar.
Mas qual é a nossa vontade? Qual a verdade? Que se pode fazer? Porque não fazer politica Autárquica?
Fazer política é afinal funcionar no coletivo, aproveitar todos os descontentes e mudar, identificando necessidades e problemas, congregando esforços e recursos, mobilizando projetos e estratégias para a sua resolução dos problemas.
E porque não começar por resolver os problemas que nos são mais próximos? Usar o propósito do serviço público, a luta pela justiça nas oportunidades e na qualidade de vida para todos.
Fazer politica deve ser um ato nobre, que nos permita melhorar a vida te todos, não usando malabarismos para prejudicar ninguém. A política permite quando bem-feita e com transparência, obter tudo que como portugueses ambicionamos: emprego, revitalização económica, inovação e criatividade, acesso à educação, saúde, cultura, desporto e lazer, preservação do património.
Não tenhas dúvidas se deves ou não fazer politica, se podes ser olhado de lado, deves seguir a tua vontade.
A politica autárquica é um bom começo, e se ainda tens dúvidas se deves ou não participar deixo aqui algumas razões para o fazer:

-Podemos promover a transparência e a avaliação conjunta das práticas políticas, dos que estão no poder e no caso de serem eleitos podes dar o vosso contributo sempre positivo para mudar o estado das coisas.
-Transmitir e dar o direito de independência a todos os que queres mudar as coisas, que têm um projecto diferente. Ou seja, impedir que a cor possa impedir a viabilidade de uma ideia.
-construir projectos estruturantes realistas, recusando a promoção de intenções programáticas populistas quase sempre desarticuladas e sem possibilidade prática de concretização, de propaganda fácil ou roçando a megalomania dos interesses das lideranças;
-valorizar e mobilizar os recursos humanos locais, colocando a experiência de vida, a competência, a indignação, a criatividade para a mudança em lugar do “carreirismo e do clientelismo”, do medo e da passividade ou apatia;
-enriquecer a campanha política com princípios de animação socio-educativa e socio-cultural, encarando-a como uma oportunidade para debater e esclarecer ideias, para enriquecer e motivar as participações colectivas, onde todos sejam necessários e funcionem como equipa, recusando as estratégias de puro marketing político e eleitoral que encenam as lideranças e “mastigam e deitam fora” as audiências (pois concebem-nas como instrumentos de ascensão política e nunca como eleitores que é sempre necessário ouvir para modelar e satisfazer expectativas).

Não podemos adormecer na submissão…!


Ricardo Santos

domingo, 26 de janeiro de 2014

SONHO

Qualquer dos sonhos é o mesmo sonho, porque são todos sonhos. Mudem-me os deuses os sonhos, mas não o dom de sonhar.

Fernando Pessoa