
Bom, e agora passo a escrever o que para mim tem grande significado; “A Inveja”, na mitologia representaram a inveja como Velha Heudionda, da cara torcida e sombria, olhos vesgos, de cor indecisa com a cabeça coroada de serpentes, das quais uma mordendo-lhe a língua. A velhice Simboliza a antiguidade do seu ódio à virtude; as serpentes da cabeça simbolizam as suas ideias; e a que aperta numa das mãos, o seu comportamento com o próximo, inoculado veneno onde quer chega. Ao passo que a da outra significa o mal que faz a si mesmo ao procurar ferir o semelhante.
Giotto consagrou, na tela, em cores indeléveis essa figura abominável que os moralistas filósofos, teólogos e cientistas consideraram um dos inimigos mortais da espécie Humana.
Aristóteles, São Tomas de Aquino, Descartes e Bacom, para só falar de expoentes máximos deixou-nos da inveja explicações terríficas. Em religião, ela é um pecado mortal, os filósofos atribuem-lhe estragos medonhos no organismo Humano, que vão das perturbações mentais, passando por lesões viscerais, até à atrofia do coração inquieto e envenenado.
Os que da inveja e dos invejosos têm tratado, através de grandes símbolos, que vêm de caim a pobres dicibos sem história dos nossos dias insistem nos malefícios que a inveja acarreta ao próprio individuo, tanto no ponto de vista moral como no aspecto filosófico, mas têm-se esquecido, a nosso ver, de assinalar devidamente os estragos irreparáveis que a inveja causa na sociedade, sobretudo, nos meios intelectuais, perturbando a ordem natural das coisas e diminuindo sensivelmente as possibilidades Humanas.
Metade pelo menos das energias do Homem de Mérito são consumidas na luta inglória contra a inveja e o ódio dos medíocres, se a estatística não fosse uma ciência hemopatia, há muito que a Humanidade estaria horrorizada com os estragos incríveis produzidos nas suas melhores fileiras, por diversas paixões diabólicas, à frente das quais devemos colocar a inveja.
Conhecem-se na verdade miudamente graças ás estatísticas, os estragos produzidos na espécie Humana, desde a mais remata antiguidade, por vírus terríveis; contam-se por milhões os seres Humanos perdidos, na roda do ano, para as ciências, para as letras para as artes, para o trabalho, em virtude de grandes flagelos invencíveis; e até se consegue apurar, por números seguros, quantos milhões de indivíduos sucumbem anualmente, às picadas venenosas dos répteis traiçoeiros…
Giotto consagrou, na tela, em cores indeléveis essa figura abominável que os moralistas filósofos, teólogos e cientistas consideraram um dos inimigos mortais da espécie Humana.
Aristóteles, São Tomas de Aquino, Descartes e Bacom, para só falar de expoentes máximos deixou-nos da inveja explicações terríficas. Em religião, ela é um pecado mortal, os filósofos atribuem-lhe estragos medonhos no organismo Humano, que vão das perturbações mentais, passando por lesões viscerais, até à atrofia do coração inquieto e envenenado.
Os que da inveja e dos invejosos têm tratado, através de grandes símbolos, que vêm de caim a pobres dicibos sem história dos nossos dias insistem nos malefícios que a inveja acarreta ao próprio individuo, tanto no ponto de vista moral como no aspecto filosófico, mas têm-se esquecido, a nosso ver, de assinalar devidamente os estragos irreparáveis que a inveja causa na sociedade, sobretudo, nos meios intelectuais, perturbando a ordem natural das coisas e diminuindo sensivelmente as possibilidades Humanas.
Metade pelo menos das energias do Homem de Mérito são consumidas na luta inglória contra a inveja e o ódio dos medíocres, se a estatística não fosse uma ciência hemopatia, há muito que a Humanidade estaria horrorizada com os estragos incríveis produzidos nas suas melhores fileiras, por diversas paixões diabólicas, à frente das quais devemos colocar a inveja.
Conhecem-se na verdade miudamente graças ás estatísticas, os estragos produzidos na espécie Humana, desde a mais remata antiguidade, por vírus terríveis; contam-se por milhões os seres Humanos perdidos, na roda do ano, para as ciências, para as letras para as artes, para o trabalho, em virtude de grandes flagelos invencíveis; e até se consegue apurar, por números seguros, quantos milhões de indivíduos sucumbem anualmente, às picadas venenosas dos répteis traiçoeiros…
Só não temos números nenhuns acerca dos prejuízos monstruosos que a inveja dia a dia, no agregado social, apesar de as perdas ocasionalmente por este vírus imortal, no fundo, bem mais graves do que aquelas como se sabe, a invidia, filha do orgulho e da paixão, traduz-se por um profundo pesar do bem que outrem goza o facto de outro ter que o invejoso desejaria possuir realça a sua própria inferioridade, que lhe não permitiu a distinção do invejado, levando-o por isso, desesperado a todas ignominias.
Bossuet, entendia que o que o homem menos desculpa no próximo é a superioridade intelectual, e este ódio à inteligência, esta ofensiva ao talento, são a substância vil de que se nutre a pior das invejas até agora conhecidas.
No mundo intelectual, a inveja é a arma dos medíocres, o hábito das almas podres. Ela esta na base de todas as grandes subversões sociais, incompatível com a harmonia, o belo e o bem, ofende a justiça e o direito opõe-se à hierarquia dos valores, nega o amor do próximo e inimiga de Deus e constitui a expressão viva do próprio mal.
O invejoso é sempre um revoltado pronto a toda a actividade anárquica contra a ordem do criador.
No fundo que move a sua paixão cega é um específico autor das coisas e dos seres, por ele ter distinguido indivíduos que o invejoso julga serem-lhe inferiores; não se trata, por isso, tanto de agredir o próximo como de acusar o criador de injusto e imperfeito na sua obra, vitima imediata é o mero agente físico em que o indivíduo ceva a sua raiva na própria divindade. Razão tinham, portanto, os teólogos medievais considerando-a invejosa, como representação viva do demónio, permanentemente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valore, encontra na inveja Lúcifer é a inveja personalizada.
A insurreição permanente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valores, encontra na inveja a sua arma mais poderosa e tem nos invejosos soldados capazes de tudo. Por causa da inveja têm-se perdido na sombra, através dos séculos, candais preciosos de energias físicas e morais, invertendo-se, muitas vezes, a ordem dos valores, com prejuízos enormes para o avanço do progresso e o triunfo da verdade e da justiça. O invejoso para quem toda a organização natural da sociedade não passa de consagração violenta da força que o obriga a suportar injustiças clamorosas trabalha por isso, contra um mundo que admira noutros o que nele não quer ver, procurando impor a transferência dos méritos para se fazer justiça a si mesmo. E enquanto não chega o reinado da inveja que há-de proceder a essas transferências colectivas, o invejoso prossegue uma luta covarde, asquerosa, contra os detentores do que julga pertencer-lhe.
Deste modo, a inveja tem feito perder grandes batalhas dando as mãos ao inimigo, nos momentos decisivos; só para que o combate não saia do campo aberto de lucros; conseguiu, muitas vezes, através da história afastar do príncipe os seus melhore conselheiros e servidores, aposta que uns e outros não consolidassem uma ordem aposta às suas finalidades.
Crestou à nascença, com a sua baba corrosiva, muitas ideias em botão, grandes sombras de beleza, estacando aspirações elevadas e abafando na intriga e na calúnia entusiasmos gloriosos e possibilidades criadoras; e sempre que entrou nas grandes e nos ricos.
Transformou o gládio do poder numa luta contínua das suas vítimas, fazendo do dinheiro carrasco da inteligência e sepulcro do espírito. Diz o povo que nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou; e nós julgamos impossível conseguir-se uma síntese mais perfeita dos grandes malefícios da inveja. Na verdade, o invejoso estabelece à sua roda uma zona de irradiações maléficas. Dentro do qual a vida se torna insuportável na área do individuo não há graça, paz ou amor.
Bossuet, entendia que o que o homem menos desculpa no próximo é a superioridade intelectual, e este ódio à inteligência, esta ofensiva ao talento, são a substância vil de que se nutre a pior das invejas até agora conhecidas.
No mundo intelectual, a inveja é a arma dos medíocres, o hábito das almas podres. Ela esta na base de todas as grandes subversões sociais, incompatível com a harmonia, o belo e o bem, ofende a justiça e o direito opõe-se à hierarquia dos valores, nega o amor do próximo e inimiga de Deus e constitui a expressão viva do próprio mal.
O invejoso é sempre um revoltado pronto a toda a actividade anárquica contra a ordem do criador.
No fundo que move a sua paixão cega é um específico autor das coisas e dos seres, por ele ter distinguido indivíduos que o invejoso julga serem-lhe inferiores; não se trata, por isso, tanto de agredir o próximo como de acusar o criador de injusto e imperfeito na sua obra, vitima imediata é o mero agente físico em que o indivíduo ceva a sua raiva na própria divindade. Razão tinham, portanto, os teólogos medievais considerando-a invejosa, como representação viva do demónio, permanentemente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valore, encontra na inveja Lúcifer é a inveja personalizada.
A insurreição permanente contra a ordem natural das coisas e dos seres, cujo objectivo final é a subversão de valores, encontra na inveja a sua arma mais poderosa e tem nos invejosos soldados capazes de tudo. Por causa da inveja têm-se perdido na sombra, através dos séculos, candais preciosos de energias físicas e morais, invertendo-se, muitas vezes, a ordem dos valores, com prejuízos enormes para o avanço do progresso e o triunfo da verdade e da justiça. O invejoso para quem toda a organização natural da sociedade não passa de consagração violenta da força que o obriga a suportar injustiças clamorosas trabalha por isso, contra um mundo que admira noutros o que nele não quer ver, procurando impor a transferência dos méritos para se fazer justiça a si mesmo. E enquanto não chega o reinado da inveja que há-de proceder a essas transferências colectivas, o invejoso prossegue uma luta covarde, asquerosa, contra os detentores do que julga pertencer-lhe.
Deste modo, a inveja tem feito perder grandes batalhas dando as mãos ao inimigo, nos momentos decisivos; só para que o combate não saia do campo aberto de lucros; conseguiu, muitas vezes, através da história afastar do príncipe os seus melhore conselheiros e servidores, aposta que uns e outros não consolidassem uma ordem aposta às suas finalidades.
Crestou à nascença, com a sua baba corrosiva, muitas ideias em botão, grandes sombras de beleza, estacando aspirações elevadas e abafando na intriga e na calúnia entusiasmos gloriosos e possibilidades criadoras; e sempre que entrou nas grandes e nos ricos.
Transformou o gládio do poder numa luta contínua das suas vítimas, fazendo do dinheiro carrasco da inteligência e sepulcro do espírito. Diz o povo que nunca o invejoso medrou nem quem ao pé dele morou; e nós julgamos impossível conseguir-se uma síntese mais perfeita dos grandes malefícios da inveja. Na verdade, o invejoso estabelece à sua roda uma zona de irradiações maléficas. Dentro do qual a vida se torna insuportável na área do individuo não há graça, paz ou amor.
LOR P