Assim chegou...
Sem culpa alguma, digo eu,
Voltamos a encontrar-nos?...
Mas desta vez...é diferente
Começa a fundir um inferno...
As labaredas de paixão,
Não estão, porque???
Ela não sabe???
O primavera que tudo sabes!!!
A solidão tu me lembras...
Ao ver teu amor, fugas,
O sorriso, os pares...
Contudo mas te torno maléfica
Triste... não maléfica
Como uma tempestade sigo,
Para a destruição,
Como cães raivosos...
E tudo se transforma...
Num lago de escuridão.
Desculpa primavera...
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Ricardo Santos
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