sábado, 30 de abril de 2016

Por fim...

Não entendo como consigo ser constantemente néscio…
Como me deixo levar pela esperança de uma metamorfose…
De entenderes onde desacertas… promessas… desculpas…
E no fim… é sempre… absolutamente sempre o mesmo resultado…
Uma mensagem… um sinal… é tão simples… mas encontras sempre uma escusa…
Eu sei que já prometi e prometi que iria ser diferente…
Mas agora matas-te o quase nada que ainda eras em mim…
Não luto mais, não falo… não digo… não faço…

Ninguém muda se não ama… e decididamente tu não sabes amar…


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