terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Tão pouco por quase nada



Para que fazer duelos… porque guerrear por tão pouco…
Gritamos tantas vezes sem sentido… Tantas vezes perdemos quem prezamos por tão pouco… outras vezes perdemos quem amamos sem causa de ser…
Sei que não sou modelo de nada… nem tão pouco figurino para ninguém…
Mas sei ser bom amigo… e talvez um bom apaixonado…
Sei que tropeço como todos… sei que magoo… sei que piso… que guerreio por pouco ou quase nada…
Mas, no fim… no fim abro os braços e trato das chagas que foram abertas…
Luto até a última gota de vida…
E por fim, deixo morrer a minha soberba… e mesmo sendo poeira sem valor…
Peço que voltes… rasgo a dignidade do meu ser… e como uma última passagem no teatro…

Acerto o êxtase… E peço tantas vezes sem culpa… um perdão… em troca de tão pouco ou quase nada…

2 comentários:

Ioana Santos disse...

Oh não sabia destas tuas "qualidades" ;)
Gostei imenso do texto, muito mesmo.
Beijinho

Ricardo Santos disse...

Obrigado Ioana ;)

Fico feliz de teres gostado :) Beijinhos